Um escritor publicado em 1891, que fazia parte da irmandade que já estava se desligando dos primeiros princípios, falou da “reforma [ou, restauração] vindoura”. Há muito o que achar de errado no capítulo que ele escreveu, mas ele deixou dois pontos para futuros esforços que via como sendo necessários. Nos termos dele, serão necessárias a ética e a evangelização:
“Aventuro-me a nomear dois elementos que devem fazer parte, em grande medida, da próxima reforma. Ela será o ético e será o evangelístico” (J.M Trible, “Reformation in the church─some of its results”).
Vale a reflexão se nós, entre nós, na vida em Cristo, e nas nossas congregações, já restauramos estes elementos.
Por ética podemos utilizar o termo bíblico, a santificação. Essa é a separação de todo o mal, maldade, imoralidade, mentira, murmuração, etc. É preciso viver para Deus, viver como Jesus, viver pelo poder do Espírito Santo.
A evangelização deve ser óbvia, mas nem tanto, julgando pela atuação -- ou falta dela -- entre os irmãos. Por isso, publiquei recentemente dois livros: Evangelismo pessoal; e: Evangelismo local. Quem vai ler?